sexta-feira, 11 de agosto de 2017

As armas que já disparei

Carabinas

Air Arms TX200 Carabina 4.5
Air Arms EV2 4.5
Air Arms S400 4.5
Anschutz 335 4.5
BSA Lightninguém XL 4.5
BSA Bucanner 5.5
Cometa Fusion GPs 4.5 duas
Cometa 400 GPs 4.5
Cometa 220 4.5
Cometa 220 5.5
Linx 5.5
Calibrgun Criket 5.5 duas
Diana 75 4.5
Diana 66 4.5
Diana 60 4.5
Diana 54 4.5
Diana 38 4.5
Diana 27 4.5
Feinwerkbau 300s 4.5
Feinwerkbau 300 Junior 4.5
Feinwerkbau 150 4.5
FX Royal 400 5.5
FX Streamlime 5.5
FX Gladiator 5.5
Gamo Coyote 4.5
Gamo Magnum 3000 4.5
Gamo shadow 1000 4.5
Gamo 600 4.5
Gamo Deltafox 4.5
Gamo DeltaMax 4.5
Gamo Hunter 440 4.5
Gamo Hunter 440 6.35
Gamo Kadet 4.5
Gamo CFR Wisper 4.5
Norica 56 4.5
Slávia 631 4.5 duas
SPA P12 5.5
Steyr LG 110 4.5
Walther 1250 Dominador 4.5
Walther LGV Spezial junior 4.5
Weihrauch HW100 4.5 duas
Weihrauch  HW 97 4.5
Weihrauch  HW 97 5.5
Weihrauch  HW 80 5.5
Weihrauch  HW 77 4.5 duas
Weihrauch  HW 57 4.5
Weihrauch  HW 55 4.5
Weihrauch  HW 50s 4.5
Weihrauch  HW 35 4.5
Weihrauch  HW 30 MK2 4.5
Weihrauch  HW 30s
Webley Patriot 6.35

Pistolas

Feinwerkbau 65 4.5
Gamo P23 4.5
Gamo PT 80 4.5
Diana 4.5 (não me recordo) o modelo)
SPA CP1-M 4.5
Steyr LP 10 4.5

Aquelas que ainda não me passaram pelas unhas mas com que adorava mandar uns balázios

Wiscombe  (uma qualquer)

Em atualização.







sexta-feira, 21 de julho de 2017

Comparativo chumbos match

Já aqui comparei uma série de chumbos match, se forem ao post com mais visualizações deste blogue, aquele em que estão frente a frente a Diana 75 e a Feinwerkbau 300s poderão ver uns quantos modelos de chumbos desta configuração a fazer grupos à distancia a que normalmente são usados mas neste caso a amostra não foi tão alargada nem em recinto é fechado, foi em ambiente aberto embora relativamente protegido do vento e a uma distância maior, aqui o alvo encontrava-se a 18 m, não muito longe do limite para chumbos de cabeça plana, quando digo limite estou a considerar que 25 m seja a distância a que será possível ainda obter bons grupos com chumbos match, como sabem a cabeça plana provoca mais desestabilização ao longo do percurso entre a arma e o alvo do que os de cabeça redonda da mesma forma que se fossem disparados numa arma de grande potência também acaba por prejudicar a estabilidade destes chumbos menos aerodinâmicos, como tal usei a velhinha mas muito precisa Feinwerkbau 300 com apenas 8J para que a arma tivesse o menor impacto possível nos projéteis.

Para se sincero tenho de dizer que fiquei surpreendido, não esperava resultados tão próximos dos conseguidos no tal poste da Diana vs Feinwerkbau, obviamente que atirar com 24 aumentos na mira telescópica ajudou bastante ainda assim fiquei surpreendido e neste momento considero fazer um teste semelhante mas a 30 m, em baixo ficam as fotos já com legendas saliento para a posição BR por ser apenas um saco de tiro cheio de arroz, não um banco de tiro dos prós.













Não posso deixar de chamar a atenção para os dois últimos alvos com grupos da mesma dimensão mas ao mesmo tempo bem diferentes, enquanto o grupo do H&N os tiros dispersaram um pouco, no caso do JSB parece-me haver apenas um tiro, dois no máximo que não entraram no mesmo furo, o que me leva ao encontro da opinião com que fiquei no outro comparativo em que este chumbo apesar de não ter feito o grupo mais pequeno, foi aquele que teve em média grupos mais pequenos no total dos três atiradores

Grupo H&N Final Match Pistol

Grupo JSB S100

terça-feira, 11 de julho de 2017

JSB Exact 8,44 VS AA Diabolo Field 8,44





Já há algum tempo que tinha pensado em comparar estes dois chumbos visto serem em tudo idênticos excepto no preço mas nunca me lembrava de comprar os chumbos Air Arms e o comparativo lá continuava na gaveta, até que me lembrei e pronto, mãos à obra, para esta espécie de tira teimas, três excelentes armas para atirar a uma distância com pouca influencia do vento, 18 metros, excepto no caso da velhinha Feinwerkbau 300 com os seus 8J, cerca de metade da potência das outras duas, a Air Arms TX200 e a Weihrauch HW50 com cerca de 15J cada uma.
Curiosamente nenhuma das três tem preferência por este chumbo, a Fein. gosta mais do JSB RS com 7,33 gr, as outras duas preferem o JSB Express com 7,87 gr só que como o Exact na arma inglesa me parece comportar-se melhor a longas distancias decidi fazer este teste para saber que chumbo hei-de comprar para a próxima época.    
Obviamente que os canos é que escolhem o projétil não me canso de repetir isto, como tal estes resultados não se aplicam a todas as armas, nem mesmo as destes mesmos modelos e até pode ser que outros lotes destes mesmos chumbos possam ter resultados diferentes nestas mesmas armas contudo aqui ficam as fotos, cada um que tire as suas conclusões.
Não me surpreendeu nada que a esta distância a velhota tivesse puxado dos galões com grupos verdadeiramente impressionantes e que a HW50 mais uma vez me tenha mostrado o porquê de ser a minha favorita, tão pequena e tão leve e faz o que se pode ver, dá cartas até mesmo à TX.
Neste comparativo os grupos foram medidos desde a periferia de cada um dos furos mais distantes e feitos com as armas apoiadas apenas num saco de arroz, cinco tiros para cada pinta em que obviamente não pretendia acertar para não perder a referência, também não quis fazer apenas um grupo com cada um dos projéteis porque se por acaso não corresse bem fica comprometido o resultado final, apesar do pouco vento que se fazia sentir era bom que a mesma arma atirasse com o mesmo chumbo durante o tempo suficiente em que o vento se fazia sentir com diferentes intensidades.  
No fundo a minha intenção foi saber se vale a pena ou não pagar mais pelos Air Arms. Acho que neste caso concreto não, no entanto com outros lotes de chumbo até pode ser diferente embora não acredite em diferenças significativas.

Grupos da Air Arms TX200

Grupos da Weihrauch HW50s

Grupos da Feinwerkbau 300s


  


quinta-feira, 15 de junho de 2017

BR 25 com 8J

A Ana fez o convite e eu aceitei, afinal há muito que queria saber o que pode valer a Fein.300s no BR.
A pista dos 25m estava por nossa conta, eu, o Sérgio Rita e a Ana Pereira mas no Jamor como acho que em qualquer campo de tiro com muitas barreiras, não é fácil perceber o vento,  fazer remoinho e num curto espaço os ventos acabam por se cruzar levando-nos muitas vezes a errar o lado da compensação do vento.
Ok, não estava muito preocupado com o resultado, estava mais preocupado em ver como a Fein se comportava, por norma sempre que tenho de atirar com ela em outdoor uso o JSB RS por ser leve e porquê a arma tem apenas tem 8j mas hoje o vento embora não fosse forte estava um pouco mais forte que de costume e usei chumbos AA 8,4 ou seja JSB Exact. O resultado não foi brilhante nem podia ser mas confesso que esperava melhor, até a Ana e o Sérgio se a queixaram do vento, como apoios tinha apenas os saquitos da Gamo cheios de arroz, o jeito e a experiência também não são grande coisa como tal estava dada a receita para o desastre.
Pode ser que da próxima vez a coisa corra melhor, com menos vento e com o RS já que pelo que percebi esta Feinwerkbau não gosta muito do Express 4.52 mas falta-me experimentar o 4.51 para dissipar dúvidas.
Valeu pelo convívio, pela experiência e porque fiquei a saber mais uma hoje; em 5.5 não se conseguem chumbos com a mesma qualidade dos 4.5, isto dito pelos prós o que já me está a dar ideias para a próxima semana.
Já me esquecia, a mira que usei foi a Hawke Varmint 6-24X44 SF.

Ficam as fotos.




terça-feira, 6 de junho de 2017

O meu primeiro pódio

Ainda nem sei bem como é que isto foi possível mas o certo é que neste momento é enorme a alegria que estou a sentir, é que este pódio foi totalmente inesperado, no nosso campeonato apesar de não sermos muitos o nível dos atiradores é alto e eu vou na minha segunda prova oficial, acho que o que consegui se deve ao facto de estar ainda no meu primeiro ano e não me sentir minimamente pressionado pelos resultados dos outros, participo apenas por prazer, pelo convívio, o que se irá manter sempre e para ir ganhando experiência, depois com alguma dedicação e uma dose de sorte as coisas acabaram por acontecer. Esta é a parte da minha responsabilidade, depois vem a parte que depende dos outros, daqueles que me têm ajudado e esta alegria só é possível porque alguém um dia também inesperadamente me pôs a participar num open de FT quando eu até só ia assistir à prova, só tive esta alegria porque mesmo com as poucas dicas, deu-me algumas das que considero mais importantes, só tive esta alegria porque um pouco antes desta prova esse alguém me voltou a dar uma dica e mesmo durante esta prova a deu-me um bom conselho e incentivo.
Estou a falar daquele que é neste momento o meu ídolo, a minha referência neste desporto, não só pela técnica e conhecimento que tem mas também pela pessoa que é e que me ensinou até agora muito do pouco que sei, para ti Luís Barreiros, um grande abraço e o meu muito obrigado, este pódio também é teu, bem sei que ganhaste a prova em PCP e que um segundo não é coisa que te deixe lá muito contente como é o meu caso, acho que até te deve deixar "lixado" mas gostava que partilhasses comigo esta minha enorme satisfação por este meu resultado que tem muito mas mesmo muito do que me ensinaste, por isso aqui vai mais uma vez um muito obrigado por esta alegria que sinto.
Quando estava no pódio lembrei-me também do meu amigo Gilberto que já me tinha dito que estava à espera de um pódio, acho que ficou um pouco desapontado com a minha classificação na prova de Sousel mas olha, foi o que se pode arranjar, eu também não fiquei lá muito satisfeito.
- Gilberto pá, não te entusiasmes muito com isto porque para já isto foi acidental, há uns quantos gajos a atirar melhor que eu e o pódio só tem três lugares.
Um obrigado também para o meu irmão que treina comigo e que qualquer dia também lá vai estar, um obrigado também ao Gonçalo, ao Nuno, ao Zeca, ao António e ao Gabriel com quem mando uns balázios e que também gostam de mandar os seus.
Obrigado por esta alegria também ao Mário Dias e ao Sérgio Rita que me abriram as portas no Clube de Tiro de Campo (CTC), o clube pelo qual atiro e que considero o melhor do país mas só no Field Target porque o melhor clube do país e do mundo é o Glorioso Benfica.

Com este semi-sucesso também tirei lições e ensinamentos, não deve ser apenas quando as coisas não correm bem, neste momento percebi que se eu fizer a minha parte bem feita não preciso de me preocupar com material de topo, obviamente que quanto melhor for o material mais vezes provavelmente terei alegrias e tenho dúvidas que alguém consiga ser campeão com material como o meu mas que ninguém pense que por não ter material de topo o pódio é algo inalcançável. Depois, mesmo que o treino dos últimos dias não tenha corrido bem, não significa que o mesmo aconteça no dia da prova, se estiver tudo bem com o equipamento só tenho de dar o melhor de mim e esquecer o resto. Se havia prova que tinha tudo para correr mal, esta era a prova. Durante a semana tinha treinador os tiros de pé e não estava a acertar nada de jeito, nesta prova acertei 5 dos oito alvos nesta posição. O dia da prova estava muito mas mesmo muito ventoso, muito mau para quem como eu tem pouca experiência, após a zeragem cheguei mesmo a comentar que 12 acertos me deixavam já muito satisfeito, acabei por fazer 31, finalmente um pouco de estratégia também ajuda, se está muito vento talvez não seja boa ideia investir muito tempo nos alvos lá muito longe, é preferível ter mais tempo para esperar pelas melhores condições de vento nos alvos mais próximos em cada uma das portas, ou seja, um alvo longe e outro perto ou menos longe prefiro dedicar mais tempo ao que estiver mais próximo mas isto sou eu, duvido que aquela malta de top o faça.

Como disse anteriormente e acho que se compreende, este segundo lugar deixou-me bastante contente por ter sido o meu primeiro pódio e pelo animo que me deu para as próximas provas. Não estou a escrever isto tudo por ter feito algo de especial mas como sabem este blog é uma espécie de diário dos meus balázios. Escrevo também porque há muito que queria agradecer publicamente a algumas pessoas que me têm ajudado na prática desta modalidade, agora pronto está feito, tenho plena consciência que este segundo lugar não é demonstrativo do meu real valor, ainda tenho muito para aprender e muito chumbo para gastar para que isto possa acontecer mais vezes, para já fica o gostinho, uma palavra de agradecimento também para a organização, sim porque estas coisas dão trabalho, não caem do céu.

Fica mais uma página deste meu diário dos balázios e seguem as habituais fotos.


A minha melhor foto dos balázios até agora

O troféu 

O clube que organizou a prova

Como foi esta a última prova do campeonato, aqui ficam os dois campeões nacionais desta época em 16J internacional 
Da esquerda para a direita 
Alex em Springer e Sergio Rita em PCP 

Pista da zeragem
Ao fundo de pé o Barreiros e mais próximo também de pé o vencedor da prova e novo campeão nacional de Springer Alex 
O amigo Gonçalo e eu na zeragem

A atirar na porta 10

À espera enquanto o Paulo Marques atirava 

Alguns alvos


O magnifico espaço do Campo de Tiro de Quiaios

O mano Canoa

O cartaz da prova 

As classificações





O Forno que nos cozinhou o almocinho, é que no final o estômago já reclamava por comida



sexta-feira, 2 de junho de 2017

Tirar conclusões

É por estas e por outras que tirar conclusões dá tanto prazer (trabalho)

                         

sábado, 20 de maio de 2017

Aula de tiro a 10m com Sara Antunes

Há muito que ansiava por uma aula de tiro na posição de pé, ontem tive a oportunidade de ter essa aula com a Sara Antunes, campeã nacional na vertente do tiro com ar comprimido a 10m.
Para já não penso competir nesta vertente, o certo é que no Field Target o tiro de pé é uma das posições técnicas de tiro e nada como uma especialista nesta variante do tiro para me corrigir a postura e aconselhar na forma mais correta de atirar.
O repto foi lançado no Facebook para quem quisessem experimentar o que não foi o meu caso, o certo é que a Sara foi uma simpatia, bastante atenciosa e sempre disponível  para ensinar.
A aula foi no Ginásio Clube Português e as armas eram as velhinhas Feinwerkbau 150/300s que eu tanto gosto, pena mesmo estarem já muito cansadinhas mas valeu bem a pena as duas horas e meia de aula, como tal volto a agradecer, agora por esta via, depois de o ter feito pessoalmente.
Ficam as fotos da praxe.

Publicação no FB

Cartão do local onde decorreu a aula

Pista de treino


sábado, 15 de abril de 2017

História da Air Arms

Para quem começou agora a seguir este blog volto a salientar que a rubríca História das Armas de Ar Comprimido não pretende ser um levantamento exaustivo sobre a história das marcas porque isso daria um livro, aqui o que se pretende é dar apenas a conhecer a origem e alguns modelos mais antigos das diversas marcas aqui apresentadas.
Apesar de jovem a Air Arms é hoje uma das referências em carabinas de ar comprimido, sejam elas de mola ou PCP.
A marca Inglesa nasceu em Hailsham no ano de 1983 fundada por Bob Nicholls e Cilin King a que mais tarde se juntou Bill Sanders como diretor de vendas e markting.
Em 1988 foi decidido produzir uma PCP com recurso a maquinaria de controlo numérico e na década de 90 o CNC era uma realidade na jovem marca de armas de ar comprimido quer no fabrico de PCPs quer nas de piston-mola. Para para crescer a Air Arms teve de fazer algumas parcerias, com John Rothery Wholesale para a distribuição no Reino Unido e pouco de depois com Ken Turner e Nick Jenkinson consultores de nível mundial na área deste tipo de armas que levaram para a marca o know how, classe e criatividade necessárias. Como consequência da subida de qualidade nos seus produtos, as vendas dispararam levando a marca para o primeiro plano mundial no inicio deste século.
Na Air Arms com exceção de alguns parafusos e porcas a marca produz todos os componentes das suas armas inclusive os canos Lothar Walther, o magnifico acabamento espelhado passa por oito etapas de polimento e acabamento que é efetuado por funcionários de luvas brancas de algodão tendo estes hoje em dia 15 anos de experiencia após os seis meses de formação na marca.
A TX200 é hoje a referencia mundial em springers de cano fixo com 16j tendo nascido em 1991 com base na lendária Weirhauch HW77, hoje embora a base mecânica continue a mesma, as cotas internas são um pouco diferentes.

A primeira PCP, a Shamal


As springers 

AA Camarge, uma arma de cano fixo side lever
 Aqui com coronha tirolesa

A brack barrel Proelite infelizmente já descontinuada


A TX200
 O maravilhoso entalhe nas coronhas

 A literalmente brilhante oxidação
 A Prosport


A HFT500

A HFT900 pronta para competir